
FECHANDO PARA BALANÇO
Este blog foi aberto com a proposta do Curso de Artes Visuais da UNB, onde eu deveria apresentar meus trabalhos...Acabei por preenchê-lo com muito mais que trabalhos, mas também com posicionamentos, dedicatórias, impulsos... algo que gritasse "ARTE" dentro de mim. E como estamos a fechar balanço para abrir 2009 resolvi postar uma das propostas feita pela Professora-Formadora Maria do Carmo: "Ato de escrever".
Bem, eu gosto de escrever, gosto da arte que se inicia numa simples palavra. E ainda hoje acredito que escrever para mim é um ato de liberdade, de autodescoberta e de deleite, e acho que por essa razão me surpreendo muitas vezes com duas ou mais personagens num só contexto. A experiência de o fazer de forma pública veio intensificar ainda mais isso, quando decidi escrever minha primeira carta, meu primeiro livro, meu primeiro editorial, meu primeiro blog... O saber poder partilhá-lo com outros, especialmente com os que estão mais próximos, mesmo que com os anônimos nos bloggers e jornais, e com aqueles que aqui fiz próximos, faz-me crescer interiormente. Escrever faz-me contar coisas que provavelmente nunca contaria, que muito provavelmente não voltarei a contar. Aprendi a tirar prazer disso. Admito que na maior parte das vezes isso também não tenha sido nada agradável para quem leu, quem sabe até surpreendente. Este escrever-me, inventar-me, recordar-me, este foi o prazer que me trouxe até aqui. E dele tenho desfrutado.
Mas na verdade, escrever pra mim é um ato voraz e obrigatório. Escrevo agora não porque tenha algo a escrever, mas porque tenho de o escrever. Escrevo-o agora não para ser lido por mim, talvez nem por outrem, ou porque tenha necessidade de escrever, mas apenas para o preencher mais essa atividade com a qual devo comparecer em se tratando de tarefas do curso.
Não considero o ato de escrever algo penoso, ao contrário é um prazer que não costuma andar só, uma vez que ao escrever visualizo imagens e muitas vezes as passo para o papel. Ao escrever importo-me com detalhes...preocupo-me com o que realmente quero e devo dizer.
O ato de escrever está em mim como a extensão do muito que falo e do pouco que realmente devo dizer. Lembro-me que minha Professora Alda Capistrano costumava citar Sainte-Beuve : “É preciso escrever o mais possível como se fala e não falar demais como se escreve”. Eu costumava rir com esta citação.
Sou a mais voraz das leitoras e costumo ser crítica com o que leio e muitas vezes pego-me a ler qualquer pedaço de papel que chega a minha frente...
A leitura e a escrita somam-se as minhas paixões. Assim, aproveitando-me das palavras de Alex Wolf, Poeta e Artista portuguesa, faço de suas, minhas palavras também : “ Escrever é abandonar meu corpo e deixar minha alma comandar as letras transportando sonhos, a magia, a leveza do EU.”
Mas na verdade, escrever pra mim é um ato voraz e obrigatório. Escrevo agora não porque tenha algo a escrever, mas porque tenho de o escrever. Escrevo-o agora não para ser lido por mim, talvez nem por outrem, ou porque tenha necessidade de escrever, mas apenas para o preencher mais essa atividade com a qual devo comparecer em se tratando de tarefas do curso.
Não considero o ato de escrever algo penoso, ao contrário é um prazer que não costuma andar só, uma vez que ao escrever visualizo imagens e muitas vezes as passo para o papel. Ao escrever importo-me com detalhes...preocupo-me com o que realmente quero e devo dizer.
O ato de escrever está em mim como a extensão do muito que falo e do pouco que realmente devo dizer. Lembro-me que minha Professora Alda Capistrano costumava citar Sainte-Beuve : “É preciso escrever o mais possível como se fala e não falar demais como se escreve”. Eu costumava rir com esta citação.
Sou a mais voraz das leitoras e costumo ser crítica com o que leio e muitas vezes pego-me a ler qualquer pedaço de papel que chega a minha frente...
A leitura e a escrita somam-se as minhas paixões. Assim, aproveitando-me das palavras de Alex Wolf, Poeta e Artista portuguesa, faço de suas, minhas palavras também : “ Escrever é abandonar meu corpo e deixar minha alma comandar as letras transportando sonhos, a magia, a leveza do EU.”
Por: Dayselúcide
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